
Gente como mudaram o servidor do Blog muitos posts sumiram, estou tentando recuperá-los e em alguns dias estou de volta.. .não vai demorar prometo..enquanto isso confere os posts antigos!!
Abraço a todos!

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Abraço a todos!

Dica muito rápida de uma banda que não sai do meu MP4 faz um tempão! Two door Cinema Club, banda britânica formada por Alex Trimble,Kevin Baird e Sam Halliday formada em 2007. Ganhou notoriedade na mídia depois de lançar a música “Something Good can work” na internet, o que lhes rendeu um contrato com uma gravadora francesa e o lançamento do primeiro álbum da banda o “Tourist History”.
Fazia muito tempo que eu não viciava em um Cd como eu viciei nesse, é super indie rock, letras inteligentes, ás vezes me lembra um pouco Phoenix e Cinematics. Pena que eles vieram para o Brasil em 2011 e eu não pude vê-los pessoalmente para saber se a performance no palco é tão boa como no Cd.
Pra vocês eu deixo minha música preferida “Come back home”

Moneyball – o homem que mudou o jogo é um daqueles filmes sobre esportes que emocionam a gente, baseado no livro do escritor Michael Lewis que fala sobre a temporada 2002 do fracassado time de baseball Oakland Athletics, cujo gerente, Billy Beane, no filme vivido por Brad Pitt, resolve usar um método apresentado a ele por Peter Brend, interpretado pelo brilhante Jonah Hill, um jovem economista que cai no mundo do basebal, utilizando estatísticas e fórmulas matemáticas para montar um time e não utilizando a fama os jogadores.
O mais legal do filme é o final (calma, eu não vou contar!), mas achei bem bacana ele não ser assim tão previsível (a não ser que você já conheça a história do time, eu não conhecia).
Enfim, é um filme que prende a atenção, não achei tão fantástica assim a interpretação do Brad Pitt, para mim ele deveria ter levado o Oscar pelo filme Benjamin Button há alguns anos atrás, então não acho que ele leve dessa vez, pelo menos não seria tão merecido por esse papel (apesar de eu ter lido que ele conviveu um tempão com o Billy Beane real para adquirir os trejeitos do rapaz), já o Jonah Hill me impressionou, claro que a química dos dois no filme é evidente, o que com certeza colaborou para esse ser um bom filme, mas não dá pra desmerecer o atuação de Jonah que amadureceu e muito como ator.
Achei super merecido meus cinco coraçõeszinhos na avaliação. E olha que eu nem sou tão fã de filmes de esportes.
Avaliação: ♥♥♥♥♥
♥♥♥♥♥ Fantástico! ♥♥♥♥ Vale a pena! ♥♥♥ Dá pra passar o tempo ♥♥ Ruim ♥ Passe bem longe!
Trailer para quem não viu ainda:

Como vocês já sabem tem brasileiro concorrendo ao Oscar 2012, dessa vez na categoria melhor canção. “Real in rio” faz parte do longa metragem de animação “Rio”, que infelizmente só está concorrendo nessa categoria mesmo e não na categoria de “Melhor animação”, o que é bem injusto, já que o desenho é ótimo.
A música foi composta por Carlinhos Brown e Sergio Mendes. Brown já ganhou um prêmio Goya em 200r pela canção “Zambie Mameto”, do documentário “O Milagre do Candeal”.
Seu concorrente é Bret McKenzie que compôs a canção “Man or Muppet” interpretada por Jason Segel and Watler e trilha sonora do filme “Os Muppets” que ainda não vi, mas super me lembra minha infância. As duas canções são totalmente diferentes, uma tem nossa batida carnavalesca, nossa samba, nossa animação, sou fã de toda a trilha do filme, não tem como ficar parado escutando ela. Já “Man or Muppet” é calminha, dramática e teatral.
Sou muito mais a nossa e vocês? Quem vocês acham que leva a estatueta para casa?

Para falar a verdade eu nem ia comentar sobre esse filme aqui, mas como eu realmente me apaixonei pela história, vou ter que me manifestar. Tudo isso porque eu acho que quando a gente gosta muito de alguma coisa fica difícil criticar, o que é o caso desse filme. Na minha humilde opinião tudo é perfeito, talvez porque eu quisesse ser um pouquinho do personagem do Owen Wilson e voltar ao tempo conhecendo todas aquelas ilustres figuras enigmáticas das quais eu também sou muito fã, imagine eu sentada na frente do Salvador Dali e podendo compartilhar de todo o surrealismo dele!!
Obviamente não sou nem um pouco simpatizante do Owen Wilson (salvo Marley e eu), mas até isso eu ignorei nesse filme. Sem contar o cenário, Paris, um dia eu ainda chego lá!
Mais uma vez Woody Allen me fazendo apaixonar, e eu achando que nada superaria “Vicky, Christina, Barcelona”, certeza que Meia noite em Paris não levará nenhum Oscar para casa, mas já ganhou o meu Oscar pessoal esse ano.
Avaliação: ♥♥♥♥♥
♥♥♥♥♥ Fantástico! ♥♥♥♥ Vale a pena! ♥♥♥ Dá pra passar o tempo ♥♥ Ruim ♥ Passe bem longe!
Não viu o trailer ainda, nem veja…corra ver o filme!

A minha primeira experiência na vida de ler um livro depois de já ter visto o filme. Por que eu sempre pensei que seria chato ler uma história que eu já conheceria o final e o pior, perder o encanto dos livros em que a gente cria fisicamente os personagens e quando a gente vê o filme já existem os atores lá, a gente meio que remete a história a eles. Mas a verdade é que eu estava enganada.
Estamos falando do livro “A mulher do viajante do tempo” da escritora Audrey Niffenegger, que deu origem ao filme “Te amarei para sempre”, até hoje eu não entendi porque não traduziram o filme como o livro mas enfim. Confesso que quando vi o filme não gostei, esperava algo totalmente diferente. Mas como uma amiga tinha falado que o livro era mil vezes melhor (como sempre é) resolvi comprá-lo e tirar a prova. E não é que ela estava certa! No começo foi complicado porque eu lia o livro e imaginava os atores do filme, nesse caso Eric Bana e Rachel McAdams. Mas depois de um tempo você percebe que os detalhes são muitos, que muita coisa ficou fora do filme e você cria uma nova visão de tudo, inclusive personagens. Apesar de ter achado confuso todo esse lance de viagem do tempo, no livro existe muito mais magia, muito mais encanto. Devorei o livro em uma semana, e olha que são umas 600 páginas (versão pocket do livro).
Experiência mais que aprovada, agora vou tomar coragem e ler Guerra dos Tronos desde do começo, será?

Demorei para falar dessa série que tem me encantado ultimamente, para mim, é uma das melhores séries exibidas nos últimos tempos. Super criativa, a série mostra o o dia-a-dia dos habitantes da cidade de Storybrooke, habitantes esses que antes da maldição da bruxa má eram felizes para sempre em seus contos de fadas. Parece clichê né? Mas não é, pois as histórias dos contos de fadas são modificadas na série. A filha da Branca de neve (Jennifer Morrison) é a única que pode quebrar a maldição mas, ela é cética à tudo isso. O único que acredita na maldição é o filho dela, que ela deu para adoção e foi adotado por ninguém menos que a própria bruxa má (Lana Parrilla) e essa sim, é a única que sabe de tudo.
Destaque para a fofíssima Jinnifer Godwin como Branca de neve, adoro ela como atriz, apesar de nunca ter visto a série Big Love que foi onde ela surgiu, mas adoro as diversas comédias românticas que ela já fez por aí, e destaque também para o fantástico Robert Carlile como Rumplestiltiskin, que está simplesmente maravilhoso e intrigante.
Cenário, produção, atores, roteiro não tem como não se apaixonar por essa série.
Trailer para quem não viu ainda:
Ontem, dia 24, saíram os indicados ao Oscar 2012, como eu já tinha dito anteriormente fiquei decepcionada que Melancolia não foi indicado em nenhuma categoria, mas devido a polêmica do diretor Lars Von Trier no Festival de Cannes era de se esperar. Também achei estranho ” A pele que habito” não estar entre os indicados de melhor filme em língua estrangeira, o Almodovar é tão querido pela Academia. Enfim, a festa do Oscar acontece dia 26 de fevereiro em Los Angeles, então façam suas apostas.
Como ainda não vi todos os filmes que estão concorrendo não vou postar minha opinião sobre quem vai levar essa, apesar de todas as críticas apontarem para o ”O artista” .
Sim, todo ano eu digo que vou assistir á todos os filmes e nunca consigo, vamos ver se esse ano faço diferente. E pra quem ainda não viu os indicados, aqui vai a lista, em vermelho estão os que eu já vi, é pouco… eu sei, mas ainda dá tempo de ver todos.
Melhor filme
“Cavalo de guerra”
“O artista”
“O homem que mudou o jogo”
“Os descendentes”
“A árvore da vida”
“Meia-noite em Paris”
“Histórias cruzadas”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Tão forte e tão perto”
Melhor ator
Demián Bichir – “A better life”
George Clooney – “Os descendentes”
Jean Dujardin – “O artista”
Gary Oldman – “O espião que sabia demais”
Brad Pitt – “O homem que mudou o jogo”
Ator coadjuvante
Kenneth Branagh – “Sete dias com Marilyn”
Jonah Hill – “O homem que mudou o jogo”
Nick Nolte – “Warrior”
Max Von Sydow – “Tão forte e tão perto”
Christopher Plummer – “Beginners”
Melhor animação
“A Cat in Paris”
“Chico & Rita”
“Kung Fu Panda 2″
“Gato de Botas”
“Rango”
Melhor atriz
Glenn Close – “Albert Nobbs”
Viola Davis – “Histórias cruzadas”
Rooney Mara – “Os homens que não amavam as mulheres”
Meryl Streep – “A dama de ferro”
Michelle Williams -”Sete dias com Marilyn
Melhor atriz coadjuvante
Octavia Spencer – “Histórias cruzadas”
Bérénice Bejo – “O artista”
Jessica Chastain – “Histórias cruzadas”
Janet McTeer – “Albert Nobbs”
Melissa McCarthy – “Missão madrinha de casamento”
Melhor roteiro original
“O artista”
“Missão madrinha de casamento”
“Margin Call”
“Meia-noite em Paris”
“A separação”
Trilha sonora original
“As aventura de Tintim” – John Williams
“O Artista” – Ludovic Bource
“A invenção de Hugo Cabret” – Howard Shore
“O espião que sabia demais” – Alberto Iglesias
“Cavalo de guerra” – John Williams
Canção original
“Man or Muppet”, de “Os Muppets”, música e letra de Bret McKenzie
“Real in Rio”, de “Rio”, música de Sergio Mendes e Carlinhos Brown, letra de Siedah Garrett
Maquiagem
“Albert Nobbs”
“Harry Potter”
“A dama de ferro”
Direção de arte
“O artista”
“Harry Potter”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Meia-noite em Paris
“Cavalo de guerra”
Fotografia
“O artista”
“Os homens que não amavam as mulheres”
“A invenção de Hugo Cabret”
“A árvore da vida”
“Cavalo de guerra”
Figurino
“Anonymous”
“O artista”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Jane Eyre”
“W.E.”
Diretor
Michel Hazanavicius – “O artista”
Alexander Payne – “Os descendentes”
Martin Scorsese – “A invenção de Hugo Cabret”
Woody Allen – “Meia-noite em Paris”
Terrence Malick – “A árvore da vida”
Documentário (longa-metragem)
“Hell and Back Again”
“If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front”
“Paradise Lost 3: Purgatory”
“Pina”
“Undefeated”
Documentário (curta-metragem)
“The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement”
“God Is the Bigger Elvis”
“Incident in New Baghdad”
“Saving Face”
“The Tsunami and the Cherry Blossom”
Edição
“O artista”
“Os descendentes”
“Os homens que não amavam as mulheres”
“A invenção de Hugo Cabret”
“O homem que mudou o jogo”
Melhor filme em língua estrangeira
“Bullhead” – Bélgica
“Footnote” – Israel
“In Darkness” – Polônia
“Monsieur Lazhar” – Canadá
“Separação” – Irã
Curta-metragem de animação
“Dimanche”
“The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”
“La Luna”
“A Morning Stroll”
“Wild Life”
Curta-metragem
“Pentecost”
“Raju”
“The Shore”
“Time Freak”
“Tuba Atlantic”
Edição de som
“Drive”
“Os homens que não amavam as mulheres”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Transformers: o lado oculto da lua”
“Cavalo de guerra”
Mixagem de som
“Os homens que não amavam as mulheres”
“A invenção de Hugo Cabret”
“O homem que mudou o jogo”
“Transformers: o lado oculto da lua”
“Cavalo de guerra”
Efeitos visuais
“Harry Potter”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Gigantes de aço”
“Planeta do macacos”
“Transformers: o lado oculto da lua”
Roteiro adaptado
“Os descendentes”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Tudo pelo poder”
“O homem que mudou o jogo”
“O espião que sabia demais”

Era para eu ter assistido Melancolia no ano passado, queria inclusive ter visto no cinema, mas Curitiba com todo seu problema de distribuição de filmes demorou décadas para colocá-lo no circuito e só isso já me desanimou. Enfim numa segunda tentativa assisti uns qinze minutos, mas esse realmente é um filme para degustar minimamente, não dá pra ver entre um compromisso e outro então ficou para 2012 mesmo. E sem arrependimentos, porque filme é fantástico.
Não consigo explicar a sensação das primeiras cenas, mas é algo que mexe com a gente. O filme é dividido em duas partes, a primeira com a personagem Justine, vivida pela atriz Kristen Dunst (ela ficou de fora do Oscar injustamente na minha opinião) que em uma atuação brilhante consegue transmitir o que só uma pessoa que já teve depressão conseguiria entender e é através de seu casamento que o filme se desenrola, e começam a ficar evidentes os problemas familiares existentes naquele núcleo. Já na segunda parte, que é protagonizada pela personagem Claire, vivida pela Charlotte Gainsbourg os personagens são conhecidos mais profundamente, tudo isso cercado ao anúncio de um fim do mundo próximo.
O filme é cheio de detalhes e simbolismos, é um daqueles filmes cada vez que assistimos conseguimos encontrar coisas novas, ou detalhes mínimos que não observamos anteriormente.
Mais uma vez afirmo que Melancolia ficou de fora do Oscar injustamente.
Avaliação: ♥♥♥♥♥
♥♥♥♥♥ Fantástico! ♥♥♥♥ Vale a pena! ♥♥♥ Dá pra passar o tempo ♥♥ Ruim ♥ Passe bem longe!
Trailer para quem quiser conferir um pouquinho mais: