Category: Seriados

Série: Once upon a time

Posted by – 26 de janeiro de 2012

Demorei para falar dessa série que tem me encantado ultimamente, para mim, é uma das melhores séries exibidas nos últimos tempos. Super criativa, a série mostra o o dia-a-dia dos habitantes da cidade de Storybrooke, habitantes esses que antes da maldição da bruxa má eram felizes para sempre em seus contos de fadas. Parece clichê né? Mas não é, pois as histórias dos contos de fadas são modificadas na série. A filha da Branca de neve (Jennifer Morrison) é a única que pode quebrar a maldição mas, ela é cética à tudo isso. O único que acredita na maldição é o filho dela, que  ela deu para adoção e foi adotado por ninguém menos que a própria bruxa má (Lana Parrilla) e essa sim, é a única que sabe de tudo.

Destaque para a fofíssima Jinnifer Godwin como Branca de neve, adoro ela como atriz, apesar de nunca ter visto a série Big Love que foi onde ela surgiu, mas adoro as diversas comédias românticas que ela já fez por aí, e destaque também para o fantástico Robert Carlile como Rumplestiltiskin, que está simplesmente maravilhoso e intrigante.

Cenário, produção, atores, roteiro não tem como não se apaixonar por essa série.

Trailer para quem não viu ainda:

 

 

Série: A Sete Palmos

Posted by – 2 de novembro de 2010

Nada como o Dia de Finados para falar de uma das séries mais sensacionais que eu já vi!

A Sete Palmos, série criada por Allan Ball (sim, o mesmo de True Blood) se desenvolve em torno do mundo da Fisher & Sons Funeral Home, uma fictícia empresa funerária nos dias atuais em Los Angeles, Califórnia.

Peter Krause é “Nathaniel (“Nate”) Fisher Jr.”, filho do dono da  funerária (vivido por Richard Jenkins, que morre logo no começo da trama, mas continua aparecendo em flashes) que relutantemente se torna sócio do negócio da família com o seu irmão “David”, estrelado por Michael C. Hall (sim..o Dexter). A família “Fisher” também inclui a mãe “Ruth” (Frances Conroy) e a irmã “Claire” (Lauren Ambrose). Incluem-se em torno da família o assistente da funerária, o amigo “Federico Diaz” (Freddy Rodriguez), a namorada e eventual esposa de “Nate” chamada “Brenda Chenowith” (Rachel Griffiths), e o namorado (e eventual marido) de “David”, o polícial “Keith Charles” (Mathew St. Patrick).

A Sete Palmos mostra um drama convencional de família, lidando com assuntos como infidelidade, homossexualidade e religião. Ao mesmo tempo, é uma distinta série que aborda com outro prisma o tópico da morte, explorando seus múltiplos níveis (pessoal, religioso e filosófico). Cada episódio inicia-se com uma morte – e, naturalmente, de um “cliente” da funerária. Esta morte geralmente dá o tom de cada episódio, permitindo aos personagens refletir sobre suas vidas e infortúnios. (Fonte: Wikipédia)

Mas o que eu adoro na série é que o Allan Ball é impiedoso, mostra a verdade nua e crua, pra chocar os espectadores mesmo. Drogas, traição e sexo estão sempre entre os temas, além claro da morte. E ele não poupa ninguém, nem mesmo as crianças.

E uma atenção especial para a abertura, que é fantástica…assim como a abertura de True Blood que eu também adoro.

A Sete Palmos estreou em 2001 e teve apenas cinco temporadas para a infelicidade de seus fãs! Então vai aí uma dica mórbida para os eu Dia de Finados!

A Sete Palmos (Six Feet Under)
Ano: 2001-2005
Direção: Allan Ball
Elenco: Peter Krause, Michael C. Hall, Frances Conroy, Lauren Ambrose, Rachel Griffiths, Michael St. Patrick, Richard Jenkins.

Abertura:

Grey’s Anatomy – Meu manual de sobrevivência

Posted by – 26 de maio de 2010

Estava aqui vendo a último episódio da sexta temporada de Grey’s Anatomy e pensando no quanto esse seriado me surpreende. Comecei a vê-lo em 2008, super atrasada já que o primeiro episódio foi ao ar em 2005. E o que mais me chamou a atenção, na verdade me chama até hoje, é o fato das coisas nunca darem certo para os seus personagens, ou eles só conseguirem coisas boas depois de muito sofrimento.

Todos ali lutam contram seus problemas e seus demônios. Não existe conto de fadas no seriado, assim como não existe em nossas vidas, e talvez por isso, eu me identifique tanto com a série. Eu não sei vocês, mas na minha vida é sempre assim, quando eu acho que tudo vai dar certo, que eu estou realmente feliz, sempre acontece alguma coisa para estragar tudo. E o final da sexta temporada foi exatamente isso. Difícil não sofrer com a Meredith!

Lendo sobre o último episódio dessa temporada, achei esse texto incrível, escrito pela Bruna do site Apaixonados por séries, ela escreveu um paragráfo que exprime exatamente o que eu acho sobre a série:

“Grey’s Anatomy é sobre as relações humanas. É uma série sobre pessoas e sobre como elas lidam com seus sentimentos, sobre como elas sobrevivem em meio à loucura de estar vivo e em meio a todas as incertezas que isso acarreta.”

E se ainda não ficou claro tudo que ela representa para mim, vou deixar um trecho do início do primeiro episódio da quinta temporada que tem como título “Dream a little dream of me”. Acho que resume muito bem.

“Todos nós lembramos das histórinhas de nossa infância. O sapato que serve na Cinderella. O sapo que vira príncipe. A Bela adormecida que acorda com um beijo. Era uma vez…e viveram felizes para sempre. Contos de fadas…Coisas de sonhos…O problema é que contos de fadas não se tornam realidade. São as outras histórias, as que começam com tempestades em noites sombrias e terminam de formas indescritíveis. São sempre os pesadelos que parecem se tornar realidade…”

Mais pra frente faço um post com os episódios que mais me marcaram e outro contando as curiosidades da série que eu tanto amo. Lembrando que a ABC já confirmou a sétima temporada. Um grande motivo pra gente comemorar!