
Ahh a Virada Cultural! Se tem um evento que eu gosto nessa cidade é a Virada, segundo fontes essa foi a terceira edição, mas eu sinceramente não lembro da primeira, acompanhei a segunda o ano passado que para mim foi fantástica. Esse ano acho que deixou a desejar um pouquinho nas atrações, mas também foi muito boa.
Não consegui acompanhar todas as apresentações que eu queria ver porque tinha alguns compromissos pessoais para resolver (atenção galera chega de marcar coisas no dia da Virada), mas o que consegui ver me agradou e muito. Comecei às onze horas da manhã com o show da dupla Felix Bravo no Palco do Museu Paranaense, que pra mim, foi o melhor palco da Virada. O público sentadinho no gramado super a vontade se deliciando com os shows das bandas locais, mesmo com estrutura deixando um pouquinho a desejar no quesito qualidade de som, por mim tinha ficado lá o dia inteiro. Mas para final da tarde tive o prazer de conhecer uma banda chamada Trombone de Frutas, que traziam um MBP super descontraído e engraçado, me diverti horrores com as canções da banda que veio de Umuarama, interior do estado. Depois foi a vez de conferir Trem Fantasma, uma banda que conheci por acaso esses dias e que tem uma pegada muito legal, mas que foram muito prejudicados pelo som, de qualquer forma minha opinião sobre eles virá somente quando eu ver um show realmente bom, e isso espero, acontecerá semana que vem.
A noite fui ver o show mais esperado por mim, o do Marcelo Jeneci, não tem como não gostar da música “Felicidade” né? E apesar de só ter ouvido essa música, me apaixonei pelo show inteiro. O Jeneci tem uma presença de palco maravilhosa dá vontade de levar ele para casa. Na sequência fui ver o show do Copacabana Club, depois que eles ficaram famosos e lançaram o Tropical Splash nunca mais tive a oportunidade de vê-los. E eles não decepcionaram, apesar daquele palco principal das Ruínas ser horrível, a gente não consegue ver nada nem se estiver lá na frente esmagado na gradinha. Aí esperei até meia noite para ver Teatro Mágico numa tentativa frustrada, porque tinha tanta gente que não consegui ver nem do telão, e vamos conversar que Teatro Mágico é uma banda muito performática para você se conformar em ver do telão, simplesmente desisti e fui pro Teatro Novelas Curitibanas, ver alguma performance, e por sorte estava começando uma chamada “Reflexos”, que não sei se devido ao meu cansaço não consegui entender nada, ou se realmente não era para entender, mas enfim, uma atriz ficava nua dentro de um saco plástico, sim é única coisa que eu lembro dessa performance. Lá pelas 2h da manhã, desistimos da vida e voltamos pra casa, até tentei ver o show do Nuvens, mas eu não consigo gostar dessa banda, acho ela muito gospel protetora do meio ambiente. Enfim, no outro dia não consegui acordar pra ver Ultraje a Rigor, mas valeu a pena, cada momento dessa virada. E agora é esperar a de 2012, se o mundo não acabar antes.
Ah tá ainda tem a Corrente Cultural durante esse restinho de semana, talvez eu aproveite algumas coisas e conte aqui a experiência.

